Graça Canto Moniz

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Graça Canto Moniz nasceu em Viseu, há 25 anos.

É licenciada e mestre em Direito.

Fez voluntariado em Moçambique, estagiou na delegação da União Europeia em Kuala Lumpure tem dois cursos breves: um na ONU (Genebra) subordinado ao tema: “Oportunidades e desafios num mundo com 7 biliões de pessoas” e um outro, na Áustria, sobre Federalismo e Direitos Humanos.

É membro do Observatório Político, uma organização não-governamental dedicada à investigação científica e académica.

É uma Insurgente e colaboradora do Jornal do Centro e da Rua Direita, escreve também com regularidade para o jornal on-line P3, para a revista luso-brasileira Obvious.

Diga-se, ainda, que é uma afortunada. É verdade: encontrou a sua alma gémea (o que diz muito sobre si mesma) no “Photomaton” de Pedro Mexia: «temperamentalmente sou um pessimista. Filosoficamente, um conservador. Politicamente, um moderado. Socialmente sou esquivo. E pessoalmente sou um radical.»

Os seus interesses? Livros (Hemingway enche-lhe as medidas), cinema (oh, Deus, James Ivory!), viagens («We will always have Paris…), música (Chopin ficaria chateado por vir numa playlist depois de Kendrik Lamar), os mundos mais enfadonhos do Direito e da Política merecem referência – apenas em nota de rodapé.

P.S.: A Graça é militante do CDS-PP desde 2013.

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