Política podre e a Mudança que nada muda‏

By  |  0 Comments

Seremos nós representados pela classe política atual? Pergunta tão óbvia para uns, tao complicada para outros.

Quem são os senhores que se apresentam como nossos representantes na Assembleia da Republica e no Parlamento Europeu? Não sabemos. Conhecemo-los de algum lado? Não. Quantas intervenções vemos da parte daqueles que elegemos para deputados na Assembleia da Republica? Poucas. O que produzem eles para o nosso país? Nada.

A sociedade tem que acordar! A abstenção não é solução para nada. Quando chamam os portugueses a decidir, temos que ir todos!

A grande adversidade neste país começa na postura da generalidade dos portugueses em relação aos temas políticos.
Os jovens têm que participar, são eles que podem dar a volta a isto. Não é a ser alheio e a dizer que a política não presta que vamos melhorar as coisas. O primeiro passo é entrar nos partidos, perceber quem são as pessoas que pertencem as diversas estruturas, o que fazem ou não fazem, conhecer as suas ideias, apresentar soluções e claro…como em todo o lado, saber viver com as primeiras contrariedades.

Viver na sombra da discussão política e só lembrar em alturas de manifestações ou situações mediáticas, é coisa que só beneficia o infrator.

Os políticos

Os que “já lá estão”, continuam a usar e a gozar da posição que têm e que conseguiram graças aos jogos de interesses pessoais para chegar mais longe no partido, garantindo assim os seus postos de trabalho “sem saberem ler nem escrever”.

Bem, nem todos são assim.
Há muitos ativos que estão na política de uma forma idónea, respeitando as opiniões, intervindo através de meios mais práticos e contribuindo com ações reais nas necessidades das pessoas. Normalmente, estes, estão com “um pé fora outro dentro”. São estas pessoas que durante anos foram postos de parte nos partidos, e hoje por força da sociedade estão a ser reconhecidos pelas próprias estruturas.

Estamos fartos de ver indivíduos que estão em posições de destaque nos partidos, conseguindo subir profissionalmente e produzindo absolutamente nada, e em sequência não estimulam qualquer efeito real nas instituições que representam, principalmente naquelas em que todos nós somos obrigatoriamente contribuintes.

Esperança no futuro

É pela inovação nos meios de comunicação e proximidade que nos proporcionam as redes sociais que acredito que o conhecimento em rede vai beneficiar as nossas escolhas e modo como vemos cada um dos futuros lideres partidários.

A mudança que nada muda

Precisamos de uma mudança, que não passa pela entrada de António Costa e a saída de António José Seguro nos próximos desígnios do Partido Socialista. Mal seria, se a mudança assim fosse. Esta situação nada altera o modo como olhamos a politica. Pelo contrário, ainda denigre mais a ideia que temos sobre os partidos. Está a vista de todos a falsidade e a falta de honestidade entre pessoas que se auto intitulam como representantes do povo.

Discutem-se “poleiros” em vez dos problemas reais do país.

Gustavo Brás

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.